Um homem condenado em 2019 pelo estupro de uma menina de 11 anos voltou a ser preso após nova acusação de violência sexual, o que reacendeu discussões sobre a concessão de benefícios previstos na Lei de Execução Penal. O caso ocorreu no Distrito Federal e passou a repercutir após a divulgação de informações sobre a reincidência.
Na condenação inicial, a pena foi fixada em oito anos de reclusão, dentro dos parâmetros legais. Após cumprir parte da pena, o detento obteve o benefício de saída temporária, conhecido como “saidinha”. Posteriormente, ele voltou a ser investigado e preso por um novo crime.
O episódio gerou repercussão e críticas sobre a aplicação de benefícios penais e a prevenção de reincidência. O tema tem sido debatido por autoridades, especialistas em segurança pública e representantes do Judiciário, que discutem possíveis mudanças na legislação e nos critérios para concessão de saídas temporárias.
O caso segue sob investigação e tramitação na Justiça.
Fonte: Radar1 com informações do radiobandnewsfm
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