A pesquisadora brasileira Tatiana Coelho de Sampaio ganhou destaque após avanços em estudos sobre regeneração da medula espinhal com uso da polilaminina. Após décadas de pesquisa, a tecnologia desenvolvida pela equipe busca estimular a reconexão de neurônios em áreas lesionadas, com resultados experimentais considerados promissores.
Segundo informações divulgadas em entrevistas e materiais científicos, a proteína atua como uma espécie de suporte biológico para auxiliar na comunicação entre células nervosas. Em alguns casos acompanhados por equipes médicas, pacientes com lesão medular passaram a apresentar recuperação parcial de movimentos e sensibilidade após o tratamento, que ainda está em fase de estudos e protocolos clínicos.
As pesquisas são conduzidas com acompanhamento médico e fisioterapêutico e seguem em avaliação por órgãos reguladores. O avanço tem chamado atenção por reforçar o potencial da ciência brasileira na área de medicina regenerativa e por abrir novas perspectivas de tratamento para lesões medulares.
Especialistas ressaltam que os resultados observados até o momento fazem parte de estudos experimentais e ainda dependem de validação científica ampliada antes de eventual aplicação em larga escala.
Fonte: Radar1 com informações do glauugimenes
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