Os barraqueiros envolvidos nas agressões contra um casal de turistas em Porto de Galinhas, no Litoral Sul de Pernambuco, negaram que tenha havido cobrança abusiva ou ato de homofobia. Em entrevista ao G1 Pernambuco, eles afirmaram que não cobraram valores acima do que teria sido previamente combinado. As agressões ocorreram na tarde de sábado (27) e as imagens do episódio circularam amplamente nas redes sociais. O Governo de Pernambuco classificou o caso como grave.
Os empresários Johnny Andrade e Cleiton Zanatta, naturais do Mato Grosso, relataram que estavam no início de um período de férias de 16 dias quando a confusão começou. Segundo o casal, o desentendimento teve início no momento do pagamento, quando o valor cobrado pelo uso das cadeiras e do sombreiro teria aumentado de R$ 50 para R$ 80, sem aviso prévio. Ao questionarem a cobrança e se recusarem a pagar o novo valor, o debate evoluiu para agressões físicas.
A Polícia Civil de Pernambuco informou que instaurou inquérito policial, identificou 14 barraqueiros supostamente envolvidos no episódio e realizou as intimações nesta segunda-feira. Após a repercussão do caso, outros turistas relataram, por meio das redes sociais, episódios de intimidação, cobranças abusivas e agressões na região. Também surgiram manifestações defendendo um boicote turístico a Porto de Galinhas.
As investigações seguem em andamento para apurar as responsabilidades e esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
Fonte: Radar1 com informações do correio24horas
Imagens: Reprodução/Internet





