A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado aprovou, nesta quarta-feira (25/2), as quebras de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa Maridt Participações S.A., ligada ao ministro Dias Toffoli, além do Banco Master e da Reag Investimentos. As votações ocorreram de forma simbólica.
O colegiado realiza uma série de deliberações relacionadas ao caso Master, incluindo convites e convocações de pessoas citadas ou investigadas. Entre os convocados está o empresário Daniel Vorcaro, além de irmãos do ministro Dias Toffoli e do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto.
Também foram aprovados convites para que os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, compareçam à comissão, assim como a advogada Viviane Barci. Propostas para quebra de sigilo do escritório chefiado por ela foram retiradas de pauta sob justificativa de “falta de nexo causal”.
A CPI ainda convidou o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, para prestar esclarecimentos sobre reuniões realizadas no Palácio do Planalto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também foi convidado.
O caso ganhou repercussão após reportagens mencionarem ligações de familiares de ministros ao Banco Master, levantando questionamentos sobre eventual vazamento de informações sigilosas. A investigação segue em andamento no Senado.
Redação: Radar1 com informações do metropolespolitica
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